MULHERES
INDEPENDENTES
Abaporu - Tarsila do Amaral
O que me fez pensar
sobre este tema, acreditem, foi um veículo que passou por mim com um logotipo
que não me lembro como era mais me chamou a atenção foi o slogan que dizia:
“MULHERES INDEPENDENTES”. De cara vi que se tratava da luta de grupos
feministas para a conquista de direitos até então ainda não alcançados no meio
de uma cultura machista. Escolhi também esta gravura pois ela foi pintada por
uma mulher que conseguiu vendê-la por 1,5
milhões de dólares em 1995 a um
colecionador. É um dos quadros mais valiosos da atualidade. (Veja mais detalhes
em http://www.significados.com.br/abaporu/ ).
Não vou falar do quadro e nem de quem o pintou mas quero
falar do tema que leva o título deste artigo. Deus criou a mulher para quê?
Para ser dependente, ou para ser independente? E mais...: Para ser bem-sucedida
é necessário ser independente? Ascensão é sinal de Independência?
Também não sou contra a busca da mulher por um crescimento na
vida profissional ou familiar. O que me preocupa é querer inverter o que Deus
projetou.
DEUS CRIOU A MULHER PARA SER AJUDADORA
“E disse o
Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea
para ele.” Gênesis 2:18
É fato inquestionável que o homem foi criado por Deus e que a
mulher também o foi.
“E criou Deus o
homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1:27
O relato bíblico em Gênesis diz que o homem estava só e Deus viu
a necessidade de criar uma companheira para estar junto a ele, ajudando-o no
cuidado do jardim e no cuidado de todos os animais criados.
O texto de Gênesis 2:18 prova que a mulher é um ser para
estar ombro a ombro com seu esposo. Veja a tradução deste texto na Nova Versão
Internacional:
Ø Então o Senhor Deus declarou: "Não é bom que o homem esteja só; farei
para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda".
Gênesis 2:18
Gênesis 2:18
A mulher é um ser criado para corresponder-se com o homem (e
vice-versa).
... SUJEITAI-VOS ...
“Sujeitar” é um verbo que denota um significado de imposição
do domínio pelo uso da força. Na língua portuguesa (Brasil) o dicionário diz
que sujeitar é:
Ø
“Submeter; fazer com
que se torne dependente ou submisso por meio de violência ou de persuasão:
(...) Reprimir; impor limitações a (...)” http://www.dicio.com.br/sujeitou/
Não estou discordando não! Quem sou eu de dizer que
“sujeitar” não é “obrigar alguém a fazer o que não quer”!
O texto que confunde muito as pessoas é:
Uma coisa posso dizer: é que o Apóstolo Paulo
escreveu à mulher para aceitar as decisões de seu marido e este, para amá-la
como se fosse seu próprio corpo (não para domina-la a força), diz os versos
seguintes de Efésios 5.
A outra coisa é que na verdade, o verso 22 é um
complemento do 21. Veja estes dois versos no grego:
“ υποτασσομενοι αλληλοις εν φοβω Xριστου.
αι γυναικες τοις ιδιοις ανδρασιν ως τω κυριω,”
αι γυναικες τοις ιδιοις ανδρασιν ως τω κυριω,”
Efésios 5:21-22
“O Novo Testamento Grego Analítico – Edições Vida Nova”
Tradução: “ Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.
Vós, mulheres, a vossos maridos, como ao Senhor;
Efésios 5: 21-22
Vós, mulheres, a vossos maridos, como ao Senhor;
Efésios 5: 21-22
Percebam que a sujeição é mútua;
“Sujeitando-vos
uns aos outros...”v.21.
Isso dá início com a mulher
aceitando o esposo como cabeça e continua com o marido devendo amar suas
esposas como seu próprio corpo .
Ø “Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus
próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.” Efésios 5:28
Não têm porque a mulher desejar independência!
Precisam ambos crescerem juntos na cooperação mútua,
pois foi para isso que Deus nos criou.
Tiremos de uma vez por todas a ideia de que o homem
é quem manda e a mulher obedece. No povo de Deus isso não existe. Nem ele, nem
ela devem ser independentes. TODOS DEPENDEMOS UNS DOS OUTROS!
Ø
“...E, se alguém prevalecer contra um, os dois
lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa”. Eclesiastes 4:12
Pensem nisso e que Deus nos abençoe.
DC CEZAR AUGUSTO RODRIGUES
RIO DE JANEIRO, 01 DE SETEMBRO DE 2016
